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Prazer, me chamo Kênia, moro em Brasília – DF, sou professora de inglês, canceriana, torcedora do Palmeiras, amante de chocolate e gatos. Tenho como paixão a música, especialmente o rock. Minhas bandas do coração são o Oasis e o Skank. No mesmo nível de paixão está a leitura e o cinema. Adoro seriados inteligentes e de super heróis, e às vezes algo meloso e fofinho pra dar uma equilibrada. Leio de tudo um pouco, mas sou fascinada por distopias, thrillers, fantasia e mitologia. Tenho uma queda pela escrita do Neil Gaiman e do Stephen King e adoro descobrir escritores novos de escrita instigante, principalmente os nacionais. Amo viajar e conhecer novas culturas e lugares históricos. Londres é meu lugar favorito no mundo e tive a oportunidade de desbravar essa maravilha de cidade três vezes. Já pisei em 12 países e só penso em aumentar a lista. Iniciei esse blog há 3 anos com o intuito de compartilhar experiências de um pouco de tudo: resenhas de livros, viagens pelo Brasil e pelo mundo, dicas de inglês, experiências e pensamentos pessoais. Divirtam-se ♥

domingo, 4 de outubro de 2015

RESENHA: PANDEMÔNIO - LAUREN OLIVER

"Essa é a garota que sou agora. Meu futuro é aqui, nessa cidade, cheia de estalactites suspensas como se estivessem prontas para cair."

A resenha de hoje é do segundo volume da trilogia de amor distópico: Pandemônio. Assim como o primeiro volume, Delírio, somos envolvidos por vários mistérios em uma sociedade que luta cada vez mais pelo amor.





Sinopse: Duas realidades, duas Lenas, diferentes ameaças. Antes e agora. Dividida entre o passado – Alex, a luta pela sobrevivência na Selva – e o presente, no qual crescem as sementes de uma violenta revolução, Lena terá que lutar contra um sistema cada vez mais repressor, sem, porém, se transformar em um zumbi: modo como os Inválidos se referem aos curados. Não importa o quanto o governo tema as emoções: pouco a pouco a sociedade se incendeia pelas faíscas da revolta, vindas de todos os lugares… inclusive de dentro. Achavam que amar era algo sublime. Mas isso foi antes de encontrarem a cura.









"Existe um lugar para tudo e para todos, sabem. É esse o erro que eles cometem lá em cima. Acham que só existe lugar para algumas pessoas. Que só certos tipos de pessoa pertencem a algum lugar. Que o restante é lixo. Mas mesmo o lixo precisa ter seu lugar. Senão entulha, acumula apodrece."

Lena Haloway tinha medo do amor. Ansiava muito passar pela intervenção para não se contaminar com a doença Amor Deliria Nervosa. O que mudou? Alex entrou em sua vida.
A jovem foi infectada e estava muito bem com isso. Só que eles não poderiam viver esse amor naquela sociedade controlada. Planejaram então fugir para a Selva.

Existe uma cerca separando as cidades controladas da Selva onde os Infectados moram. Lena consegue então, atravessa-lá, quase morrendo no processo. Mas e Alex? O que aconteceu? Lena não sabe, mas se vê sozinha na Selva.

As esperanças de sobrevivência estão quase se esgotando quando é resgatada por um grupo de Inválidos. Eles a oferecem comida, abrigo e roupas, e uma imposição de ajudar aqueles que a resgataram, ou seja, lutar pela sobrevivência, seguir em frente. Atravessar a cerca foi um passo doloroso, e com isso, Alex foi capturado. As chances do rapaz estar vivo eram mínimas e Lena precisa deixar esse passado para trás. 

"Em um mundo sem amor, é isto que as pessoas são umas para as outras: valores, benefícios e encargos, nada além de números e dados. Nós pesamos, quantificamos, medimos, e a alma é esmagada até virar pó."

Na selva, Lena ganha uma nova família, entre eles, Graúna, Prego, Sarah e Azul. Nasce ali uma nova Lena. Essa nova Lena é uma rebelde, membro da resistência infiltrada na sociedade que tanto despreza. Seu grupo lhe deu uma missão muito importante. Existem vários grupos que estão se rebelando contra o governo opressivo. E durante uma manifestação, que deveria ser pacífica, algo inesperado acontece.

Lena conhece Julian, que é filho do líder da América Sem Deliria, uma organização que luta por intervenções de cura ainda mais cedo do que aos 18 anos. Lena terá que lutar para se manter viva e dessa vez vai contar com a companhia de Julian. 

"Pegue algo de nós, e nós pegaremos de volta. Roube de nós, e roubaremos tudo de você. Se nos pressionar, vamos bater.É assim que o mundo funciona agora."

Pandemônio é recheado de ação, e acompanhamos e entendemos a sociedade distópica mais a fundo. O foco gira mais em torno da luta dos rebeldes por uma causa, porque em Delírio, o foco é a descoberta do amor.

Muitos criticaram esse segundo livro, considerando o mais fraco da trilogia. Eu não sei, achei que a crítica a sociedade foi super válida, o amadurecimento de Lena foi incrível e novos personagens são apresentados, dando um ar diferente a trama.

Aos que leram o primeiro volume, super recomendo a continuação, até mesmo para entender certas coisas ou se irritar com algumas pontas soltas, mas que no fim, não desmerece essa distopia que é excelente.

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