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Prazer, me chamo Kênia, moro em Brasília – DF, sou professora de inglês, canceriana, torcedora do Palmeiras, amante de chocolate e gatos. Tenho como paixão a música, especialmente o rock. Minhas bandas do coração são o Oasis e o Skank. No mesmo nível de paixão está a leitura e o cinema. Adoro seriados inteligentes e de super heróis, e às vezes algo meloso e fofinho pra dar uma equilibrada. Leio de tudo um pouco, mas sou fascinada por distopias, thrillers, fantasia e mitologia. Tenho uma queda pela escrita do Neil Gaiman e do Stephen King e adoro descobrir escritores novos de escrita instigante, principalmente os nacionais. Amo viajar e conhecer novas culturas e lugares históricos. Londres é meu lugar favorito no mundo e tive a oportunidade de desbravar essa maravilha de cidade três vezes. Já pisei em 12 países e só penso em aumentar a lista. Iniciei esse blog há 3 anos com o intuito de compartilhar experiências de um pouco de tudo: resenhas de livros, viagens pelo Brasil e pelo mundo, dicas de inglês, experiências e pensamentos pessoais. Divirtam-se ♥

segunda-feira, 5 de outubro de 2015

RESENHA: REQUIEM - LAUREN OLIVER

"Queríamos liberdade para amar. Queríamos liberdade para escolher. Agora, temos que lutar por isso."

Trago hoje a resenha de Réquiem, que é o último livro da trilogia de amor distópico. Seu desfecho é intrigante e incrível!



Sinopse: No desfecho surpreendente e eletrizante da série Delírio, não se pode mais ignorar a revolução: ela tomou o país, suas cidades e sua população. Os Inválidos crescem a cada dia, e o conflito final se aproxima. Lena agora está do lado deles, mas não são apenas os ataques dos reguladores que ela precisa enfrentar. O retorno de Alex, que ela pensou que estivesse morto, e o reencontro com Hana, que foi pareada com o futuro prefeito e leva uma vida confortável, tumultuam ainda mais seus pensamentos. Em Réquiem, Lauren Oliver mostra que a revolução é um caminho sem volta, assim como a liberdade.










"É isso que as pessoas fazem em um mundo desordenado, um mundo de liberdade e escolha: elas vão embora quando querem. E você fica para trás, para catar os cacos sozinho."


Depois do ocorrido em Nova York e de sua fuga maluca com Julian, Lena volta mais uma vez para a Selva. Ela, como sempre, fugindo aos finais dos livros. Eles se encontram com Prego e Graúna e o restante do grupo. Mas além deles, se junta ao grupo, Alex, o primeiro amor da jovem, que aparentemente estava morto, e que reaparece como uma pessoa totalmente diferente. Lena vai precisar lidar com os sentimentos que afloram e a ferem ao mesmo tempo.



Quanto a revolução, as barreiras entre a Selva a as cidades curadas não existem mais, e com isso o governo iniciou uma caça aos Inválidos. Vem muita resistência, traição e sacríficios por aí.


Em uma narrativa paralela, acompanhamos Hana, a melhor amiga de Lena, que agora é uma Curada. Ela vai se casar com ninguém menos que Fred Hargrove, candidato a prefeito de Portland. O homem é bem dissimulado, e a jovem passa por maus bocados em suas mãos. 

Só que a cura, não foi eficiente em Hana.  Ela tem sonhos pertubadores, juntamente com sentimentos de culpa e angústia que deveriam ter sido apagados depois da cura. Só que ela
precisa ser a mulher perfeita que Fred espera. Afinal, a cura é a perfeição para a humanidade. O que Hana não consegue é se livrar do instinto de liberdade, de ir contra o sistema, e tem várias escapadas suspeitas para ajudar alguém especial. Só que essas ações, na verdade, são porque a jovem está em busca de remissão, por algo terrível que ela fez.

A narrativa é alternada entre Lena e Hana, dando uma dinâmica maior ao último livro da série. Como acompanhamos Lena nos dois primeiros livros, ler o ponto de vista de outro personagem foi bem mais leve e sensato, ao passo que Lena leva muitas ações para o lado emocional levado a narrativa a ser bem dramática.

A revolução foi tão grande nesse livro, que deu uma ofuscada no triângulo amoroso que se formou entre Julian, Lena e Alex. Não deu pra torcer pra nenhum dos dois, mesmo sendo óbvio a quem a personagem sempre demonstrou seus sentimentos.


O desfecho foi bem cliché, só não esperava que a escritora deixasse tantas pontas soltas e interpretações, além dela ter acelerado as cenas finais de uma forma estranha. Aquela sensação, é isso mesmo? Esse é o desfecho? Pois é...
Eu não diria que essa distopia seja ruim. Ela é bem interessante e como eu mencionei antes, diferente das que eu li anteriormente. Mas um problema que os que escrevem distopias têm é meio que se perder nos volumes que se seguem. O primeiro sempre destoa e atrai, já os outros decepcionam ou frustram.
Mas é uma trilogia que merece uma boa leitura.

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